Guarda Velha, a iguaria especial do Parque da Guarda

 

O Parque é cheio de atrativos, que valem muito a visita. Mas hoje vamos falar de um em específico. Na verdade, não de um atrativo propriamente dito, mas de uma iguaria servida ao final do Circuito da Cultura: a cachaça Guarda Velha.

Quem já fez o roteiro, sabe como é. Primeiro, passa pelo Memorial da Cana-de-açúcar, onde a história da planta que impulsionou o avanço da região é contada por meio de imagens, quadros, itens históricos e até esculturas - que demonstram como a mão de obra escrava era utilizada no cultivo da planta. Tudo isso, entre corredores de barris cheios de cachaça.

No final do trajeto vem a melhor parte: todos são convidados a degustar a Guarda Velha.

 

 

A cachaça

Criada no inicio dos anos 2000 pelo empreendedor Carlos Tebaldi, a cachaça veio com a proposta de ser uma bebida artesanal de ponta e, para isso, era necessário investir no que havia de melhor no mercado.

 

 

O empresário buscou em Minas Gerais os equipamentos para o alambique. Para o envelhecimento da cachaça foram escolhidos barris de carvalho - que rendem um sabor especial à bebida - vindos de vinícolas da serra Gaúcha. A cana-de açúcar utilizada na produção era selecionada e plantada na própria área do Parque.

Com tanta qualidade, a cachaça conquistou um bom reconhecimento no mercado de bebidas especiais, chegando a ser medalhista de ouro na Competição Internacional Hyatt Cachaça Awards, sendo considerada a melhor cachaça do Brasil em 2005.

Além da Guarda Velha, o alambique também produzia a Original Brazil, uma cachaça branca, bi-destilada, própria para fazer caipirinha e voltada para o mercado internacional.

E aí, ficou curioso para provar uma dose? Vem fazer uma visita no Parque, conhecer um pouco mais dessa história e saborear essa bebida.